terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O Santo Sepulcro


Na imaginação dos fiéis, este lugar santo assume uma relevância simbólica particular: se esperaria que o santuario mais importante da cristandade se elevasse majestosamente sobre uma colina. Na realidade, o monumento é encerrado nas construções anônimas. No lugar onde se procuraria uma luz encandescente, perde-se na escuridão e numa sensação de estreiteza. Onde se esperava encontrar a paz, se é assediado pela cacofonia das diferentes melodias e pelo barulho dos martelos dos pedreiros. Onde se desejaria uma veneração condescendente e desinteressada, encontra-se o ciume: os seis grupos representados - a Igreja católica, a Igreja grega ortodoxa, os Armenios, os Sírios, os coptas e os Etíopes - eles se vigiam uns aos outros constantemente para reagir à mínima violação de seus direitos pessoais.
Nunca a fraqueza humana foi tão evidente como neste lugar santo. Aqueles que aqui vieram sem fé esperando encontrar sinais exteriores partirão sem convicção, enquanto que aqueles que souberem buscar a resposta neles mesmos compreenderão porque centenas de milhares de peregrinos arriscaram voluntariamente suas vidas  e a liberdade para virem rezar aqui.
Será que é o lugar onde o Cristo foi morte e ressucitou? Muito provavelmente, sim. No inicio do I século d.C., este lugar era uma pedreira abandonada fora dos muros da cidade. Túmulos eram talhados nas paredes verticais deixadas pela extração de pedras fendidas de qualidade inferior a 10 metros de altura. Pode-se precisar que os túmulos nas pedreiras datam do I século comparando-os aos túmulos encontrados alhures. Estes fatos arqueológicos servem ao menos para reforçar os paralelos entre este lugar e a descrição correspondente no Evangelho relatando que Jesus foi crucificado fora da cidade, sobre um lugar tendo a forma de um crânio (Jo 19, 17) e não longe de um túmulo (Jo 19, 41-42).
Estas indicações arqueológicas encontram uma base na tradição. Na comunidade judaica, o costume era de rezar sobre os túmulos dos santos, e as celebrações litúrgicas sobre os túmulos em questão se reproduziram ao menos até o ano 66 d.C. A lembrança deste lugar permaneceu viva, muito depois que Adriano (135 d.C.) tenha preenchido de pedras para criar uma superficie plana a fim de construir seu templo consagrado a Afrodita. Não é evidente que Adriano tenha escolhido este lugar para destruir a lembrança cristã, como o pretende Jerônimo; um lugar elevado natural próximo da rua principal teria atirado a atenção de não importa qual arquiteto. O emperador Constatino deve ter longamente refletido no valor deste lugar tradicional antes de precisar a colocação de sua Igreja dedicada à Ressurreição. Pois, para construir uma Igreja justo sobre o túmulo, primeiramente foi preciso destruir o importante edificio, o que multiplicaria o custo da construção. Como o povo queria o lugar exato para a construção, Constantino finalmente cedeu à tradição. Na verdade, o público sempre rejeitou todo outra sugestão com exeção do túmulo do jardim criado pelo general Gordon em 1883.
Constantino começou seu canteiro em 326 e inaugurou sua igreja em 335. A igreja se compunha de 4 elementos: 1 átrium no alto da escada vindo da rua principal; uma basílica coberta com uma absídia; um pátio, no ângulo sudeste, a roca identificada com o Golgota; o túmulo. No momento da inauguração, o túmulo não fora destacado do despenhadero, este trabalho imenso foi terminado por volta do ano 348.
Os Persas queimaram a Igreja em 614; Modesto a reconstruiu sem grandes mudanças. Quando o califa Omar venho assinar o tratado de capitulação em 638, ele recusou o convite do patriarca propondo rezar na igreja com esta resposta: “se eu rezo nesta igreja, voce a perderá; pois os crentes musulmanos virão a ocupar dizendo: Omar rezou aqui”.  Mas se a igreja tivesse sido  transformada em mesquita nesta época, ela teria escapado aos ataques do califa Hakim. Em 1009 este ordenou a destruição sistemática da igreja: as equipes de destruição quebraram as paredes e danificaram o túmulo com golpes de martelo e com picaretas até que os descombros impediram-nos a continuar a destruição.
A comunidade de Jerusalém, desprovida de dinheiro, não pode pagar a reparação. Foi necessario esperar até 1042, o ano que Constantino IX Monomaco subiu ao trono bizantino, para que tesouraria imperial acordasse uma subvenção. No entanto a soma foi insuficiente e o projeto de reconstrução teve que excluir uma boa parte do idificio inicial. Para compensar a perda da basílica, acrescentou-se um galeria superior e uma absidia en torno da retonda. O pátio retomou mais ou menos seu aspecto inicial. Esta foi a igreja que acolheu os cruzados em 15 de julho de 1099. Cinquenta anos mais tarde, os cruzados deram um novo retoque à igreja romana construida sobre o pátio e acrescentada à retonda. O Santo Sepulcro que se visita hoje foi portanto arrumado pelos cruzados. A igreja foi danificada por um incendio em 1808 e por uma terremoto em 1927, mas as tres comunidades maiores (católicos, ortodoxos e armenios) somente entraram em acordo para reconstrução em 1959. Agora, os trabalhos já estão quase terminados. O principio de base é a remoção de elementos que não asseguram suas funções estruturais: uma pedra partida foi substituida, enquanto que sua vizinha que era sólida foi deixada no lugar. Os pedreiros da região aprenderam a talhar a pedra da mesma maneira que se fazia no século XI para a retonda e como se fazia no século XII para a igreja.

Jerome Murphy-O’Connor, Guide Archeologique de la Terre Sainte, Denoël, 1982, 57-60.



Santo Secpulcro, um olhar histórico.
Na sequência da destruição de Jerusalém em 70 d.C. pelo Imperador Tito; Um outro imperador romano chamado Élio Trajano  Adriano (117-138), ordenou a sua reconstrução segundo um modelo que visava fazer dela uma cidade pagã chamada Aelia Capitolina[1].;  A fundação de Aelia Capitolina resultou da fracassada revolta judia de Bar Kokhba[2]; os judeus foram proibidos de entrar na nova cidade e um destacamento da Décima Legião foi designado para guardar a cidade e assegurar a proibição de acesso. Neste sentido, o imperador ordena que o local identificado com a sepultura de Jesus seja coberto com terra e que nele fosse construído um templo dedicado a Vénus.
Em 313, o imperador Constantino[3] decretou o Édito de Tolerância para com os cristãos (ou Édito de Milão[4]), que implicou o fim das perseguições. Em 326, sua mãe Helena[5] visitou Jerusalém com o objetivo de procurar os locais associados aos últimos dias de Jesus Cristo. Em Jerusalém, ela identificou o local da crucificação (o rochedo chamado Gólgota[6]) e a tumba próxima conhecida como Anastasis[7] ("ressurreição", em grego). O imperador decidiu então construir um santuário apropriado no local, a Igreja do Santo Sepulcro, no lugar do templo de Adriano dedicado a Vénus. Os arquitetos inspiraram-se não nas estruturas religiosas pagãs, mas na basílica[8], um edifício que entre os romanos servia como local de encontro, de comércio e de administração da justiça.
Em 614, a igreja de Constantino foi praticamente destruída pela invasão dos persas sassânidas[9] que roubaram os seus tesouros. A basílica foi reconstruída pelos bizantinos[10] durante a reconquista da cidade por Heráclio[11].
Em 638, a cidade de Jerusalém, assim como toda a Palestina[12], passou para as mãos dos muçulmanos. Os primeiros líderes muçulmanos de Jerusalém revelaram-se tolerantes para com o cristianismo. Em 966, as portas e o telhado da igreja foram queimados durante um motim. Em 1009, o califa fatimida[13] Al-Hakim ordenou a destruição de todas as igrejas de Jerusalém, incluindo o Santo Sepulcro, sendo que somente os pilares da igreja, que eram da época de Constantino, sobreviveram à destruição. A notícia da sua destruição foi um dos fatores que estiveram na origem das Cruzadas[14].
Em 1099, os cruzados tomaram Jerusalém e construíram uma nova basílica que, no seu essencial, é a que se encontra hoje no local. A nova igreja foi consagrada em 1149. Debaixo da igreja encontra-se a cripta de Santa Helena, local onde a mãe de Constantino I afirmou ter encontrado a verdadeira cruz na qual Jesus Cristo teria sido crucificado.
Com o regresso de Jerusalém ao domínio islâmico em 1187, Saladino[15] proibiu a destruição de qualquer edifício religioso associado ao cristianismo. No século XIV, o local começou a ser administrado por monges católicos e por monges ortodoxos gregos. Outras comunidades pediam também a possibilidade de gerir o local (como os coptas[16])
No século XVIII, procedeu-se à reparação da cúpula da Igreja do Santo Sepulcro. Em 1808, um incêndio destruiu o local e a restauração iniciou-se em 1810. Novos restauros ocorrem entre 1863 e 1868.
Em 1927, um abalo sísmico em Jerusalém causou graves estragos à estrutura.
Desde o tempo dos cruzados, os recintos e o edifício da Basílica do Santo Sepulcro tornaram-se propriedade das três maiores denominações - os greco-ortodoxos, os armênio-ortodoxos e os católicos romanos. Outras comunidades - os copta-ortodoxos egípcios, os etíope-ortodoxos e os sírio-ortodoxos - também têm certos direitos e pequenas propriedades dentro ou a pouca distância do edifício. Os direitos e os privilégios de todas estas comunidades são protegidos pelo Status Quo[17] dos Lugares Santos (1852), conforme estabelece o Artigo LXII do Tratado de Berlim[18] (1878).


[1] O nome Aelia vem do nome gentil de Adriano; Capitolina, porque a nova cidade foi dedicada a Júpiter Capitolino, a quem um templo foi construído no sítio do Templo Judeu.

[2] Foi uma rebelião de judeus contra o Império Romano, que explodiu na Judeia, em 132 d.C.
[3]Constantino I, também conhecido como Constantino Magno ou Constantino, o Grande (em latim Flavius Valerius Constantinus).

[4] Também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. O édito foi emitido pelo tetrarca ocidental Constantino I, o grande, e por Licínio, o tetrarca Oriental.

[5] Flávia Júlia Helena, também conhecida como Santa Helena, Helena Augusta, e Helena de Constantinopla.

[6] Calvário (em aramaico Gólgota) é o nome dado à colina que na época de Cristo ficava fora da cidade de Jerusalém, onde Jesus foi crucificado. Calvaria em latim, Κρανιου Τοπος (Kraniou Topos) em grego e Gûlgaltâ em transliteração do aramaico. O termo significa “caveira”, referindo-se a uma colina ou platô que contém uma pilha de crânios ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio.

[7] Em grego: anastasis significa literalmente "levantar; erguer". Esta palavra é usada com frequência nas Escrituras bíblicas, referindo à ressurreição dos mortos. No seio do povo hebreu, a palavra correlata designava diversos fenômenos que eram confundidos na mentalidade da época. O seu significado literal é voltar à vida; assim, o ato de uma pessoa considerada morta viver novamente era chamado ressurreição. Existe a conotação escatológica adotada pelas igreja cristãs para esse termo que é a ressurreição dos mortos no dia do juízo final.

[8] Basílica é um grande espaço coberto, destinado à realização de assembleias cuja origem remonta à Grécia Helenística. O seu modelo foi largamente desenvolvido pelos Romanos, sendo mais tarde adaptado como modelo para os templos cristãos.
[9] O império sassânidas foi o último Império Persa pré-islâmico, governado pela dinastia sassânida de 224 d.C. a 651.

[10] O Império Bizantino (ou Bizâncio) foi o Império Romano do Oriente durante a Antiguidade Tardia e a Idade Média, centrado na sua capital, Constantinopla. Conhecido simplesmente como Império Romano.

[11] Flávio Heráclio Augusto (ca. 575  11 de fevereiro de 641) reinou como imperador bizantino de 5 de outubro de 610 a 11 de fevereiro de 641.

[12] Palestina é a denominação histórica dada pelo Império Romano a partir de um nome hebraico bíblico, a uma região do Oriente Médio situada entre a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Arábia saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Líbano e os territórios de Gaza e Cisjordânia.

[13] O Califado Fatímida foi um califado formado com a ascensão da dinastia dos fatímidas, uma dinastia do xiismo ismaelita constituída por catorze califas, que reinou na África do Norte entre 909 e 1048 e no Egipto entre 969 e 1171.

[14] Chama-se cruzada a qualquer um dos movimentos militares de inspiração cristã que partiram da Europa Ocidental em direção à Terra Santa e à cidade de Jerusalém com o intuito de conquistá-las, ocupá-las e mantê-las sob domínio cristão. Estes movimentos estenderam-se entre os séculos XI e XIII, época em que a região estava sob controle dos turcos muçulmanos.

[15] Saladino foi um chefe militar curdo muçulmano que se tornou sultão do Egito e da Síria e liderou a oposição islâmica aos cruzados europeus no Levante. No auge de seu poder, seu domínio se estendia pelo Egito, Síria, Iraque, Iêmen e pelo Hijaz. Foi responsável por reconquistar Jerusalém das mãos do Reino de Jerusalém, após sua vitória na Batalha de Hattin e, como tal, tornou-se uma figura emblemática na cultura curda, árabe, persa, turca e islâmica em geral.

[16] A Igreja Ortodoxa Copta, de acordo com a tradição, foi estabelecida pelo apóstolo São Marcos no Egito em meados do século I (aproximadamente no ano 60). É uma Igreja não-calcedoniana, isto é, uma Igreja cristã que não está em comunhão com a Igreja Ortodoxa nem com a Igreja Católica.

[17] O conceito de "status quo" origina-se do termo diplomático "in statu quo ante bellum", que significa "no estado (em que se estava) antes da guerra.

[18] O Tratado de Berlim, concluído em 13 de julho de 1878, foi acordado entre as principais potências da Europa e o Império Otomano, e determinou o estabelecimento de um verdadeiro regime de controle permanente sobre a administração interna do império, de maneira a garantir o que os europeus invocavam como um mínimo aceitável de direitos, em particular a "liberdade religiosa" para os cidadãos submetidos à lei turca.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

ASPECTOS DA EVANGELIZAÇÃO


I. Introdução
1. Enviado pelo Pai a anunciar o Evangelho (cf. Mc 1, 14), Jesus Cristo convida todos os homens à conversão e à fé (cf. Mc 1, 14-15), confiando aos Apóstolos, depois da sua ressurreição, a continuação da sua missão evangelizadora (cf. Mt 28, 19-20; Mc 16, 15; Lc 24, 4-7; Act 1, 3): «como o Pai me enviou também Eu vos envio» (Jo 20, 21; cf. 17, 18). Na verdade, através da Igreja, Ele quer atingir cada época da história, cada lugar da terra e cada âmbito da sociedade, chegar a cada pessoa, para que haja um só rebanho e um só pastor (cf. Jo 10, 16): «Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for baptizado será salvo, mas quem não acreditar será condenado» (Mc 16, 15-16).
Com efeito, os Apóstolos, «movidos pelo Espírito, convidavam todos a mudar de vida, a converter-se e a receber o Baptismo»[1], porque a «Igreja peregrinante é necessária à salvação»[2]. É o próprio Senhor Jesus Cristo que, presente na sua Igreja (cf. Mt 28, 20), precede a obra dos evangelizadores, a acompanha e a segue, fazendo frutificar o trabalho. Aquilo que aconteceu nas origens do cristianismo continua ao longo de toda a história.
No início do terceiro milénio, ressoa, ainda no mundo, o convite que Pedro, juntamente com o irmão André e os primeiros discípulos, escutou do próprio Jesus: «faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca» (Lc 5, 4)[3]. E, depois do milagre de uma grande pesca, o Senhor anunciou a Pedro que se tornaria «pescador de homens» (Lc 5, 10).
2. O termo evangelização tem um significado muito rico[4]. Em sentido amplo, esse resume toda a missão da Igreja, porque toda a sua vida consiste em realizar a traditio Evangelii, o anúncio e a transmissão do Evangelho, que é «força salvadora de Deus para todo aquele que acredita» (Rm 1, 16) e que em última essência se identifica com o próprio Cristo (cf. 1 Cor 1, 24). Por isso, assim entendida, a evangelização tem como destinatária toda a humanidade. Em todo o caso, evangelizar significa não só ensinar uma doutrina, mas anunciar Jesus Cristo com palavras e acções, isto é, fazer-se instrumento da sua presença e acção no mundo.
«Toda a pessoa tem o direito de ouvir a ‘boa nova’ de Deus que se revela e se dá em Cristo, para realizar plenamente a sua própria vocação»[5]. Trata-se de um direito conferido pelo próprio Senhor a cada pessoa humana, pelo qual cada homem e cada mulher pode verdadeiramente dizer com São Paulo: Jesus Cristo «amou-me e entregou-se a si mesmo por mim» (Gal 2, 20). A este direito corresponde um dever de evangelizar: «pois, anunciar o evangelho não é para mim motivo de glória. É antes uma necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!» (1 Cor 9, 16; cf. Rom 10, 14). Compreende-se, então, como toda a actividade da Igreja tenha uma essencial dimensão evangelizadora e nunca deve ser separada do compromisso para ajudar a todos a encontrar Cristo na fé, que é o objectivo primário da evangelização: «a questão social e o Evangelho são entre si inseparáveis. Onde dermos aos homens só conhecimentos, habilidades, capacidades técnicas e instrumentos, ali levaremos muito pouco»[6].
3. Todavia, hoje verifica-se uma crescente confusão que induz muitos a deixar inaudível e inoperante o mandato missionário do Senhor (cf. Mt 28, 19). Muitas vezes pensa-se que toda a tentativa de convencer os outros em questões religiosas seja um limite posto à liberdade. Seria lícito somente expor as próprias idéias e convidar as pessoas a agir segundo a consciência, sem favorecer uma conversão a Cristo e à fé católica. Diz-se que basta ajudar os homens a serem mais homens ou mais fiéis à própria religião, que basta construir comunidades capazes de trabalhar pela justiça, a liberdade, a paz, a solidariedade. Além disso, alguns defendem que não se deveria anunciar Cristo a quem O não conhece, nem favorecer a adesão à Igreja, pois seria possível ser salvos mesmo sem um conhecimento explícito de Cristo e sem uma incorporação formal à Igreja.
Perante tais problemáticas, a Congregação para a Doutrina da Fé julgou necessário publicar a presente Nota. Essa, pressupondo o conjunto da doutrina católica sobre a evangelização, amplamente tratada no Magistério de Paulo VI e de João Paulo II, tem a finalidade de esclarecer alguns aspectos da relação entre o mandato missionário do Senhor e o respeito da consciência e da liberdade religiosa de todos. Trata-se de aspectos que têm importantes implicações antropológicas, eclesiológicas e ecuménicas.
II. Algumas implicações antropológicas
4. «Esta é a vida eterna, que te conheçam como o único Deus verdadeiro e aquele que enviaste, Jesus Cristo» (Jo 17, 3): Deus deu aos homens a inteligência e a vontade, para que livremente o pudessem procurar, conhecer e amar. Por isso, a liberdade humana é um recurso e um desafio oferecidos ao homem por Aquele que o criou. Uma oferta dirigida à sua capacidade de conhecer e amar aquilo que é bom e verdadeiro. Nada como a procura do bem e da verdade põe em jogo a liberdade humana, solicitando-a a uma adesão tal que compromete os aspectos fundamentais da vida. De modo particular é o caso da verdade salvífica, que não é só objecto do pensamento, mas algo que afecta toda a pessoa – inteligência, vontade, sentimentos, actividades e projectos – quando essa adere a Cristo. Tal procura do bem e da verdade é já obra do Espírito Santo, que abre e dispõe os corações para o acolhimento da verdade evangélica, segundo a conhecida afirmação de S. Tomás de Aquino: «omne verum a quocumque dicatur a Spiritu Sanctu est»[7]. É, por isso, importante valorizar esta acção do Espírito, que cria afinidade e aproxima os corações à verdade, ajudando a inteligência humana a maturar em sapiência e em abandono confiante ao verdadeiro[8].
Todavia, hoje formulam-se, com maior frequência, interrogações sobre a legitimidade de propor aos outros — a fim que possam aderir por sua vez — aquilo que é verdadeiro para si. Muitas vezes, tal proposta é vista como um atentado à liberdade dos outros. Esta visão da liberdade humana, desvinculada da sua referência inseparável da verdade, é uma das expressões «daquele relativismo que, nada reconhecendo como definitivo, deixa sozinho, como última medida, o próprio eu com as suas decisões, e sob a aparência da liberdade torna-se para cada um uma prisão»[9]. Nas diversas formas de agnosticismo e relativismo presentes no pensamento contemporâneo, «a legítima pluralidade de posições cedeu o lugar a um pluralismo indefinido, fundado no pressuposto de que todas as posições são equivalentes: trata-se de um dos sintomas mais difusos, no contexto actual, de desconfiança na verdade. E esta ressalva vale também para certas concepções de vida originárias do Oriente: é que negam à verdade o seu carácter exclusivo, ao partirem do pressuposto de que ela se manifesta de modo igual em doutrinas diversas ou mesmo contraditórias entre si»[10]. Se o homem nega a sua fundamental capacidade da verdade, se é céptico sobre a sua faculdade de conhecer realmente aquilo que é verdadeiro, ele acaba por perder o que, de facto, pode fascinar a sua inteligência e encantar o seu coração.
5. A tal respeito, na procura da verdade, quem pensa confiar só nas suas próprias forças, sem reconhecer a necessidade que cada um precisa da ajuda dos outros, engana-se. O homem «desde o seu nascimento aparece integrado em várias tradições; delas recebe não apenas a linguagem e a formação cultural, mas também muitas verdades nas quais acredita quase instintivamente. (...) Na vida duma pessoa, são muito mais numerosas as verdades simplesmente acreditadas que aquelas adquiridas por verificação pessoal»[11]. A necessidade de se fiar nos conhecimentos transmitidos pela própria cultura, ou adquiridos por outros, enriquece o homem tanto com verdades que ele não podia conseguir sozinho, como pelas relações interpessoais e sociais que ele desenvolve. Pelo contrário, o individualismo espiritual isola a pessoa impedindo-a de se abrir com confiança aos outros – e por isso de receber e dar em abundância aqueles bens que nutrem a sua liberdade – e pondo em perigo também o direito de manifestar socialmente as próprias convicções e opiniões[12].
Em particular, a verdade que é capaz de iluminar o sentido da própria vida e de a orientar, atinge-se também mediante o abandono confiante a quem pode garantir a certeza e a autenticidade da própria verdade: «a capacidade e a decisão de confiar o próprio ser e existência a outra pessoa constituem, sem dúvida, um dos actos antropologicamente mais significativos e expressivos»[13]. O acolhimento da Revelação, que se realiza na fé, apesar de acontecer a um nível mais profundo, entra na dinâmica da busca da verdade: «a Deus que revela é devida a «obediência da fé» (Rom 16,26; cfr. Rom 1,5; 2 Cor 10, 5-6); pela fé, o homem entrega-se total e livremente a Deus oferecendo “a Deus revelador o obséquio pleno da inteligência e da vontade” e prestando voluntário assentimento à sua revelação»[14]. O Concílio Vaticano II, depois de ter afirmado o dever e o direito de cada homem de buscar a verdade em matéria religiosa, acrescenta: «a verdade deve ser buscada pelo modo que convém à dignidade da pessoa humana e da sua natureza social, isto é, por meio de uma busca livre, com a ajuda do magistério ou ensino, da comunicação e do diálogo, com os quais os homens dão a conhecer uns aos outros a verdade que encontraram ou julgam ter encontrado»[15]. Em todo o caso, a verdade «não se impõe de outro modo senão pela sua própria força»[16]. Por isso, solicitar honestamente a inteligência e a liberdade de uma pessoa, no encontro com Cristo e o seu Evangelho, não é uma indevida intromissão nos seus confrontos, mas uma legítima oferta e um serviço que pode tornar mais fecundo as relações entre os homens.
6. A evangelização, além disso, é uma possibilidade de enriquecimento não apenas para os destinatários mas também para os seus autores e para toda a Igreja. Por exemplo, no processo de inculturação, «a própria Igreja universal se enriquece com novas expressões e valores nos diversos sectores da vida cristã (…); conhece e exprime cada vez melhor o mistério de Cristo, e é estimulada a uma renovação contínua»[17]. A Igreja, de facto, que desde o dia de Pentecostes manifestou a universalidade da sua missão, assume em Cristo as inumeráveis riquezas dos homens de todos os tempos e lugares da história humana[18]. Além do seu valor antropológico intrínseco, cada encontro com uma pessoa ou uma cultura concreta pode despertar potencialidades do Evangelho pouco explicitadas anteriormente, que enriquecem a vida concreta dos cristãos e da Igreja. Mesmo graças a este dinamismo, «a tradição apostólica progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo»[19].
De facto é o Espírito que, após ter realizado a incarnação de Jesus Cristo no ventre virginal de Maria, vivifica a acção materna da Igreja na evangelização das culturas. Mesmo que o Evangelho seja independente de todas as culturas, ele é capaz de as impregnar a todas sem se escravizar a nenhuma delas[20]. Neste sentido, o Espírito Santo é também o protagonista da inculturação do Evangelho, é aquele que preside de modo fecundo ao diálogo entre a Palavra de Deus, revelada em Cristo, e as questões mais profundas que brotam da multidão das pessoas e das culturas. Continua assim na história, na unidade de uma única e mesma fé, o evento do Pentecostes, que se enriquece através da diversidade das linguagens e das culturas.
7. A actividade pela qual o homem comunica aos outros eventos e verdades significativas do ponto de vista religioso, favorecendo o acolhimento, não apenas está em profunda sintonia com a natureza do processo de diálogo, de anúncio e de aprendizagem, mas também responde a uma outra realidade antropológica: é próprio do homem o desejo de tornar participantes os outros dos próprios bens. O acolhimento da Boa Nova na fé, impulsiona por si a tal comunicação. A Verdade que salva a vida acende o coração de quem a recebe com um amor para com o próximo que move a liberdade a voltar a dar aquilo que gratuitamente já se recebeu.
Embora os não cristãos se possam salvar mediante a graça que Deus dá por “caminhos que só Ele sabe”[21], a Igreja não pode não ter conta do facto que a esses falta um grandíssimo bem neste mundo: conhecer o verdadeiro rosto de Deus e a amizade com Jesus Cristo, o Deus connosco. De facto, «não há nada mais belo do que ser alcançados, surpreendidos pelo Evangelho, por Cristo. Não há nada de mais belo do que conhecê-Lo e comunicar com os outros a Sua amizade»[22]. Para qualquer homem a revelação das verdades fundamentais[23] sobre Deus, sobre si mesmo e sobre o mundo são um grande bem; enquanto viver na obscuridade, sem a verdade acerca das questões últimas, é um mal, muitas vezes na origem de sofrimentos e de escravaturas dramáticas. Eis porque S. Paulo não hesita a descrever a conversão à fé cristã com uma libertação «do reino das trevas» e uma entrada «no reino do Filho predilecto, no qual temos a redenção e remissão dos pecados» (Col 1, 13-14). Por isso, a plena adesão a Cristo, que é a Verdade, e o ingresso na sua Igreja não diminuem mas exaltam a liberdade humana e a impulsionam para o seu cumprimento, num amor gratuito e pleno de carinho pelo bem de todos os homens. É um dom inestimável viver no abraço universal dos amigos de Deus, que brota da comunhão com a carne vivificante do Seu Filho, receber Dele a certeza do perdão dos pecados e viver na caridade que nasce da fé. A Igreja quer tornar participantes destes bens todas as pessoas, para que tenham assim a plenitude da verdade e dos meios de salvação, «para entrar na liberdade dos filhos de Deus» (Rom 8, 21).
8. A evangelização comporta também um diálogo sincero, que procura compreender as razões e os sentimentos dos outros. De facto, não se acede ao coração do homem sem gratuidade, caridade e diálogo, de modo que a palavra anunciada não seja só proferida, mas também adequadamente comprovada no coração dos seus destinatários. Isso exige ter em conta as esperanças e sofrimentos das situações concretas aos quais é dirigida. Além disso, através do diálogo, os homens de boa vontade abrem mais livremente o coração e partilham sinceramente as suas experiências espirituais e religiosas. Tal partilha, característica da verdadeira amizade, é uma ocasião preciosa para o testemunho e para o anúncio cristão.
Como em qualquer campo da actividade humana, também no diálogo em matéria religiosa pode entrar o pecado. Algumas vezes, pode acontecer que tal diálogo não seja guiado pelo seu natural fim, mas ceda ao engano, a interesses egoísticos ou à arrogância, faltando ao respeito à dignidade humana e à liberdade religiosa dos interlocutores. Por isso, «a Igreja proíbe severamente obrigar quem quer que seja a abraçar a fé, ou induzi-lo e atraí-lo com processos indiscretos, do mesmo modo que reclama com vigor o direito de ninguém ser afastado da fé por meio de vexações iníquas»[24].
O impulso originário da evangelização é o amor de Cristo pela salvação eterna dos homens. Os autênticos evangelizadores desejam apenas dar gratuitamente quanto já receberam gratuitamente: «Desde os começos da Igreja, os discípulos de Cristo esforçaram-se por converter os homens a Cristo Senhor, não com a coacção ou com artifícios indignos do Evangelho, mas primeiro que tudo com a força da palavra de Deus»[25]. A missão dos apóstolos e a sua continuação na missão da Igreja antiga permanece como modelo fundamental da evangelização para todos os tempos: uma missão frequentemente marcada pelo martírio, como demonstra a história do último século. É o próprio martírio que dá credibilidade aos testemunhos, que não procuram poder ou ganhos mas dão a própria vida por Cristo. Esses manifestam ao mundo a força inerme e cheia de amor pelos homens que é dada a quem segue Cristo até ao dom total da sua existência. Assim, os cristãos, desde os inícios do cristianismo até aos nossos dias, sofreram perseguições por causa do Evangelho, como Jesus anunciara: «Se me perseguiram a mim, perseguir-vos-ão também a vós» (Jo 15, 20).
III. Algumas implicações eclesiológicas
9. Desde o dia de Pentecostes, quem acolhe plenamente a fé é incorporado na comunidade dos crentes: «aqueles que acolheram a sua palavra [de Pedro] foram baptizados e naquele dia uniram-se a eles cerca de trinta mil pessoas» (Act 2, 41). Desde o início o Evangelho, na potência do Espírito, é anunciado a todos os homens, para que acreditem e se tornem discípulos de Cristo e membros da sua Igreja. Também na leitura patrística são constantes as exortações para realizar a missão confiada por Cristo aos discípulos[26]. Geralmente usa-se o temo «conversão» referindo-o à exigência de trazer os pagãos para a Igreja. Todavia, a conversão (metanoia), no seu significado propriamente cristão, é uma mudança de mentalidade e de acção, como expressão da vida nova em Cristo proclamada pela fé: trata-se de uma contínua reforma do pensamento e de obras para uma mais intensa identificação com Cristo (cf. Gal 2, 20), que são chamados primeiro os baptizados. Tal é, em primeiro lugar, o significado do convite formulado por Cristo: «convertei-vos e acreditai no Evangelho» (Mc 1, 15; cf. Mt 4, 17).
O espírito cristão foi sempre animado pela paixão de conduzir toda a humanidade a Cristo na Igreja. De facto, a incorporação de novos membros à Igreja não é a extensão de um grupo de poder, mas o ingresso na rede de amizade com Cristo, que liga o céu e a terra, continentes e épocas diversas. É a entrada no dom da comunhão com Cristo, que é «vida nova» animada pela caridade e pelo empenho pela justiça. A Igreja é instrumento - «gérmen e início»[27]- do Reino de Deus; não é uma utopia política. É já presença de Deus na história e traz em si também o verdadeiro futuro, aquele definitivo no qual Ele será «tudo em todos» (1 Cor 15, 28); uma presença necessária, pois só Deus pode trazer ao mundo verdadeira paz e justiça. O Reino de Deus não é – como alguns hoje sustentam – uma realidade genérica que domina todas as experiências ou as tradições religiosas, e às quais deveriam tender como que a uma universal e indistinta comunhão todos aqueles que procuram Deus, mas é acima de tudo uma pessoa, que tem o rosto e o nome de Jesus de Nazaré, imagem do Deus invisível[28]. Por isso, qualquer apelo do coração humano para Deus e o seu Reino só pode conduzir, pela sua natureza, a Cristo e ser orientado à entrada na sua Igreja, que daquele Reino é sinal eficaz. A Igreja é, então, veículo da presença de Deus e instrumento de uma verdadeira humanização do homem e do mundo. O dilatar-se da Igreja na história, que constitui a finalidade da missão, é um serviço à presença de Deus mediante o seu Reino: de facto não se pode «desligar o Reino da Igreja»[29].
10. Hoje, todavia, o anúncio missionário da Igreja é «posto em causa por teorias de índole relativista, que pretendem justificar o pluralismo religioso, não apenas de facto, mas também de iure (ou de princípio)»[30]. Há muito que se criou uma situação na qual, para muitos fiéis, não é clara a mesma razão de ser da evangelização[31]. Afirma-se mesmo que a pretensão de ter recebido em dom a plenitude da Revelação de Deus esconde uma atitude de intolerância e um perigo para a paz.
Quem raciocina assim ignora que a plenitude do dom da verdade que Deus faz, revelando-se ao homem, respeita esta liberdade que Ele próprio cria como traço indelével da natureza humana: uma liberdade que não é indiferença, mas tensão para o bem. Tal respeito é uma exigência da própria fé católica e da caridade de Cristo, um constitutivo da evangelização e, por isso, um bem a promover inseparavelmente do compromisso de fazer conhecer e abraçar livremente a plenitude de salvação que Deus oferece ao homem na Igreja.
O devido respeito pela liberdade religiosa[32] e a sua promoção «de modo algum nos devem tornar indiferentes perante a verdade e o bem. Pelo contrário, é o próprio amor que incita os discípulos de Cristo a anunciar a todos a verdade salvadora»[33]. Tal amor é o selo precioso do Espírito Santo que, sendo o protagonista da evangelização[34], não cessa de mover os corações para o anúncio do Evangelho, abrindo-os para o seu acolhimento. Um amor que vive no coração da Igreja e daí, como fogo de caridade, se irradia até aos confins da terra, até ao coração de cada homem. Na verdade, o coração do homem espera encontrar Jesus Cristo.
Compreende-se, então, a urgência do convite de Cristo para evangelizar e como a missão, confiada pelo Senhor aos apóstolos, se dirige a todos os baptizados. As palavras de Jesus – «ide e ensinai todas as nações, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do espírito Santo, ensinando-lhes a observar tudo o que vos mandei» (Mt 28, 19-20) – interpelam a todos na Igreja, cada um segundo a sua vocação. E, no momento presente, diante de tantas pessoas que vivem nas diversas formas de deserto, sobretudo no «deserto da escuridão de Deus, do esvaziamento das almas que perderam a consciência da dignidade e do caminho do homem»[35], o Papa Bento XVI recordou ao mundo que «a Igreja no seu conjunto, e os Pastores nela, como Cristo, devem pôr-se a caminho, para conduzir os homens fora do deserto, para lugares da vida, da amizade com o Filho de Deus, para Aquele que dá a vida, a vida em plenitude»[36]. Este dever apostólico é um dever e, ao mesmo tempo, um direito irrenunciável, expressão própria da liberdade religiosa, que tem as suas correspondentes dimensões ético-sociais e ético-políticas[37]. Um direito que, infelizmente, em algumas partes do mundo, não é ainda legalmente reconhecido e em outras, não é respeitado na realidade[38].
11. Quem anuncia o Evangelho participa na caridade de Cristo, que nos amou e se deu a si mesmo por todos nós (cf. Ef 5, 2), é seu embaixador e suplica em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus! (cf. 2 Cor 5, 20). Uma caridade que é expressão daquela gratidão que nasce do coração humano quando se abre ao amor dado por Jesus Cristo, aquele Amor «que pelo universo se difunde»[39]. Isto explica o ardor, a confiança e a liberdade de palavra (parrhesia) que se manifestavam na pregação dos Apóstolos (cf. Act 4, 31; 9, 27-28; 26, 26; etc.) e que o rei Agripa experimentou ao escutar Paulo: «por pouco não me convenci a fazer-me cristão» (Act 26, 28).
A evangelização não se realiza só através da pregação pública do Evangelho, nem unicamente através de obras de relevância pública, mas também por meio do testemunho pessoal, que é sempre uma via de grande eficácia evangelizadora. De facto, «ao lado da proclamação geral para todos do Evangelho, uma outra forma da sua transmissão, de pessoa a pessoa, continua a ser válida e importante. O mesmo Senhor a pôs em prática muitas vezes, por exemplo as conversas com Nicodemos, com Zaqueu, com a Samaritana, com Simão, o fariseu, e com outros, atestam-no bem, assim como os apóstolos. E vistas bem as coisas, haveria uma outra forma melhor de transmitir o Evangelho, para além da que consiste em comunicar a outrem a sua própria experiência de fé? Importaria, pois, que a urgência de anunciar a Boa Nova às multidões de homens, nunca fizesse esquecer esta forma de anúncio, pela qual a consciência pessoal de um homem é atingida, tocada por uma palavra realmente extraordinária que ele recebe de outro»[40].
De qualquer modo, recorda-se que na transmissão do Evangelho a palavra e o testemunho da vida caminham juntos[41]. Para que a luz da verdade se irradie a todos os homens, é necessário, antes de mais, o testemunho da santidade.
Se a palavra é contrária ao comportamento, dificilmente é acolhida. Mas, nem sequer o testemunho é suficiente, porque «ainda o mais belo testemunho virá a demonstrar-se impotente com o andar do tempo, se ele não vier a ser esclarecido, justificado, aquilo que São Pedro chamava dar "a razão da própria esperança" (1Pd 3,15) explicitado por um anúncio claro e inelutável do Senhor Jesus»[42].
IV. Algumas implicações ecuménicas
12. Desde os inícios o movimento ecuménico esteve intimamente ligado à evangelização. A unidade é, de facto, a marca da credibilidade da missão e o Concílio Vaticano II manifestou com pesar que o escândalo da divisão «prejudica a santíssima causa da pregação»[43]. O próprio Jesus, na vigília da sua morte, rezou: «para que todos sejam uma só coisa… para que o mundo acredite» (Jo 17, 21).
A missão da Igreja é universal e não está limitada a determinadas regiões da terra. A evangelização, no entanto, realiza-se de um modo diferente, segundo as diversas situações em que acontece. Num sentido próprio é a «missio ad gentes» dirigida àqueles que não conhecem Cristo. Num sentido mais lato fala-se de «evangelização», relativo ao aspecto ordinário da pastoral, e de «nova evangelização», relativo àqueles que deixaram a praxis cristã[44]. Além disso, há evangelização em países onde vivem cristãos não católicos, sobretudo em países de antiga tradição e cultura cristã. Aqui requer-se tanto um verdadeiro respeito pela sua tradição e riquezas espirituais, bem como um sincero espírito de cooperação. «Banindo toda a aparência de indiferentismo, de confusionismo e odiosa rivalidade, os católicos colaborem com os irmãos separados, em conformidade com as disposições do decreto sobre o Ecumenismo, por meio da comum profissão de fé em Deus e em Jesus Cristo diante dos gentios, na medida do possível, e pela cooperação em questões sociais e técnicas, culturais e religiosas»[45].
No compromisso ecuménico, podem-se distinguir várias dimensões: primeiro a escuta, como condição fundamental de qualquer diálogo; depois vem a discussão teológica, pela qual, procurando compreender as confissões, tradições e as certezas dos outros, se pode encontrar a concórdia, por vezes escondida na discórdia. E inseparável destas duas, não pode faltar outra essencial dimensão do trabalho ecuménico: o testemunho e o anúncio dos elementos que não são tradições particulares ou nuances teológicas mas pertencem à Tradição da própria fé.
Mas o ecumenismo não tem apenas uma dimensão institucional que procura «fazer crescer a comunhão parcial existente entre os cristãos até à plena comunhão na verdade e na caridade»[46]: essa é tarefa de todo o fiel, principalmente através da oração, da penitência, do estudo e da colaboração. Sempre e em toda a parte, cada fiel católico tem o direito e o dever de dar testemunho e anunciar totalmente a sua fé. Com os cristãos não católicos, o católico deve entrar em diálogo respeitoso da caridade e da verdade: um diálogo que não é apenas uma troca de ideias mas de dons[47], de modo a ser-lhes oferecida a plenitude dos meios da salvação[48]. Assim se é conduzido sempre a uma mais profunda conversão a Cristo.
A este respeito é de realçar que se um cristão não católico, por razões de consciência e convencido das verdades católicas, pede para entrar em plena comunhão na Igreja católica, isso é respeitado como obra do Espírito Santo e como expressão da liberdade de consciência e de religião. Neste caso não se trata de proselitismo, no sentido negativo atribuído a este termo[49]. Como reconheceu explicitamente o Decreto sobre o Ecumenismo do Concílio Vaticano II, «é evidente que o trabalho de preparação e reconciliação dos indivíduos que desejam a plena comunhão católica é, por sua natureza, distinto da empresa ecuménica: Entretanto, não existe nenhuma oposição entre as duas, pois ambas procedem da admirável Providência divina»[50]. Logo, tal iniciativa não priva do direito nem exime da responsabilidade de anunciar em plenitude a fé católica aos outros cristãos, que livremente aceitam acolhê-la.
Esta perspectiva requer naturalmente evitar qualquer indevida pressão: «na difusão da fé religiosa e na introdução de novas práticas, deve sempre evitar-se todo o modo de agir que tenha visos de coacção, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal, sobretudo quando se trata de gente rude ou sem recursos. Tal modo de agir deve ser considerado como um abuso do próprio direito e lesão do direito alheio»[51]. O testemunho da verdade não procura impor algo pela força, nem por uma acção coerciva ou artifícios contrários ao Evangelho. O próprio exercício da caridade é gratuito[52]. O amor e o testemunho da verdade procuram acima de tudo convencer pela força da palavra de Deus (cf. 1 Cor 2,3-5; 1 Tes 2,3-5)[53]. A missão cristã reside na potência do Espírito Santo e na própria verdade proclamada.
V. Conclusão
13. A acção evangelizadora da Igreja não pode ser menor, pois nunca lhe faltará a presença do Senhor Jesus na força do Espírito Santo, segundo a sua própria promessa: «Eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo» (Mt 28, 20).
Os relativismos e irenismos de hoje em âmbito religioso não são um motivo válido para descurar este trabalhoso mas fascinante compromisso, que pertence à própria natureza da Igreja e é «sua tarefa primária»[54]. «Caritas Christi urget nos – o amor de Cristo nos impele» (2 Cor 5, 14): testemunha-o um grande número de fiéis que, levados pelo amor de Jesus tiveram, ao longo da sua história, iniciativas e obras várias para anunciar o Evangelho, a todas as pessoas e em todos os âmbitos da sociedade, como aviso e convite perene a todas as gerações cristãs a cumprirem com generosidade o mandato de Cristo. Por isso, como recorda o Papa Bento XVI, «o anúncio e o testemunho do Evangelho são o primeiro serviço que os cristãos podem dar às pessoas e à humanidade, chamados a comunicar a todos o amor de Deus, que se manifestou plenamente no único Redentor do mundo, Jesus Cristo»[55]. O amor que vem de Deus une-nos a Ele e «transforma-nos em um Nós, que supera as nossas divisões e nos faz ser um só, até que, no fim, Deus seja “tudo em todos” (1 Cor 15, 28)»[56].
O Sumo Pontífice Bento XVI, na Audiência concedida ao Cardeal Prefeito, no dia 6 de Outubro de 2007, aprovou a presente Nota doutrinal, decidida na Sessão Ordinária desta Congregação, e ordenou a sua publicação.
Dado em Roma, na sede da Congregação para a Doutrina da Fé, a 3 de Dezembro de 2007, memória litúrgica de S. Francisco Xavier, Padroeiro das Missões.


William Cardeal Levada
Prefeito
Angelo Amato, sdb
Arcebispo titular de Sila
Secretário

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Genesis Rabba


Genesis Rabba

É proibido perguntar o que existia antes da criação, como Moisés distintamente nos diz (Dt 32 .): "Pergunte agora dos tempos passados, que foram antes de ti, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra." Assim, o âmbito do inquérito é limitado ao tempo desde a criação.
A unidade de Deus é imediatamente colocada diante de nós na história da criação, onde nos é dito que não, que , criado.
A Torá era para Deus, quando criou o mundo, o que é o plano de um arquiteto, quando ele ergue um edifício.
aleph , sendo a primeira letra do alfabeto hebraico, objetou em seu lugar ser usurpado pela letra Beth , que é segundo ela, a criação, a história de que se inicia com o último, em vez de com o primeiro. Ela foi, no entanto, bastante satisfeita quando disse que, na história de dar o Decálogo, ela seria colocada no início, pois o mundo só foi criado por conta da Torá, que, de fato, existia anterior à criação, e se não o Criador previsto que Israel concorde em receber e difundir a Torá, a criação não teria ocorrido.
Há uma diferença de opinião quanto ao dia em que os anjos foram criados; uma autoridade aponta  para o segundo dia, no terreno em que são mencionadas em conexão com água (Ps. 3, 4.), Que foi criado em que dia, enquanto o outro, argumentando a partir do fato de que eles estão a dizer para voar (. Is vi), atribui a sua criação até o quinto dia, em que todas as outras coisas voadores foram criados.Mas todas as autoridades concordam que eles não existiam no primeiro dia da criação, de modo que os céticos não se pode dizer que eles eram ajudantes na obra da criação.
O título de um rei terreno precede seu nome, por exemplo, Imperador Augusto, etc Não é assim foi a vontade do Rei dos reis, Ele é conhecido apenas como Deus depois de criar o céu ea terra. Assim, não é dito, "Deus criou", mas "No princípio criou Deus céus e a terra", Ele não é mencionado como Deus antes que ele criou.
Mesmo novos céus e a terra, de que falou o profeta Isaías (ls 17), foram criadas nos seis dias da criação.
Quando qualquer divergência é encontrado nas Escrituras, não se deve pensar que é por mero acidente, pois é feito deliberadamente. Assim, por exemplo, nós sempre encontramos Abraão, Isaque e Jacó, mas uma vez, como uma exceção, Jacob é mencionado antes de outros patriarcas (Lv  42.). Mais uma vez, enquanto Moisés tem sempre precedência sobre Aaron, em um exemplo, encontramos o nome de Arão colocados antes de Moisés (Êxodo vi. 26). Este também é o caso de Josué e Calebe, enquanto a primeira precede normalmente o nome de Calebe, há uma exceção (Numb. 30.).
Isso é para mostrar-nos que estes homens eram igualmente amados por Deus. O mesmo é o caso com o amor e a honra devida aos pais, ao passo que o pai é como uma regra mencionada primeiro, neste contexto, uma vez (em Lev  3..) A mãe é mencionado antes do pai. Isso também é destinada a indicar que as crianças devem o mesmo amor e honra para a mãe como para o pai.

O homem que se regozija sobre desgraça de outro homem e acha que se levantou em dignidade por ela, não é digno de um futuro feliz.
Luz é mencionado cinco vezes no capítulo de abertura da Bíblia. Isso aponta para os cinco livros de Moisés. "Deus disse: Haja luz", refere-se ao livro de Gênesis, que nos ilumina a respeito de como criação foi realizada. As palavras, "E houve luz", urso referência ao livro do Êxodo, que contém a história da transição de Israel das trevas para a luz. "E Deus viu que a luz era boa": este alude ao livro de Levítico, que contém numerosos estatutos. "E Deus dividido entre a luz e entre a escuridão ": refere-se ao livro de Números, dividido como o livro é entre a história daqueles que saíram do Egito e daqueles que estavam em seu caminho para possuir a terra prometida." E Deus chamou à luz dia ": esta tem referência ao livro de Deuteronômio, que não é apenas um ensaio, um dos quatro livros anteriores, mas contém carga eloqüente Moisés morrendo de vontade de Israel e muitas leis não mencionados nos livros anteriores.
"E a terra era sem forma e vazia". Parece haver alguma razão para desânimo da terra, como se ela estava ciente de seu lote de antemão. Isto pode ser ilustrado com a seguinte parábola: Um rei adquiriu dois servidores em precisamente as mesmas condições, mas fez uma distinção no seu tratamento. No que diz respeito a um, ele decretado que ela deve ser alimentado e mantido a custa do rei. Por outro lado, ele decidiu que ela deve manter-se por seu próprio trabalho. Da mesma forma, a terra estava triste porque ela viu que os céus e a terra eram igualmente e ao mesmo tempo chamado a ser, pela mesma "haja", ou vontade de Deus, e ainda a festa corpos celestes em: e são mantidos pela glória divina; enquanto corpos terrenos, a menos que o trabalho e produzir seu próprio sustento, não se sustentam. Ou, ainda, é como se o rei decretou que um agente deve ser um morador constante em seu palácio, enquanto o outro deve ser um fugitivo e um andarilho, ou deu à perpetuidade um ou a eternidade, e até a morte, outro .Assim, a terra sabendo - como se por inspiração - as palavras de Deus a Adão falado depois disso (Gn 3,17 ): "Maldita é a terra por causa do teu", colocar em luto, e, portanto, era "sem forma e vazia. "
Nas palavras, "E foi a tarde e a manhã, um dia," a "um dia" se refere é o Dia da Expiação - o dia da expiação.
Parece haver um pacto feito com as águas que sempre que o calor é excessivo e dificilmente há um sopro de ar que se move sobre a terra, há sempre alguma brisa, ainda que ligeira, sobre as águas.

Deus sabia de antemão que o mundo poderia conter tanto homens justos e ímpios, e há uma alusão a isso na história da criação. "A terra sem forma", significa que o ímpio, e as palavras ", e houve luz", refere-se aos justos.
Outros mundos foram criados e antes que destruiu este presente foi decidida como uma permanente.
Chuva é produzida pelo derrame de condensado firmamento superior.
"Como é que é", perguntou uma matrona inquisitiva do rabino José, "que sua coroa Escrituras todos os dias da criação com as palavras:" E Deus viu que isso era bom ", mas o segundo dia é privado dessa frase?" O rabino procurou satisfazer a sua, salientando que, no final da criação, é dito: "E Deus viu tudo o que tinha feito, e foi muito bom", de modo que as partes segundo dia desta comenda. "Mas", insistiu o chefe, "ainda há uma divisão desigual, uma vez que a cada dia tem uma parte adicional sexto do louvor, enquanto que o segundo dia tem apenas a parte sem a sexta um todo, o que os outros têm de si mesmos." O sábio então mencionou a opinião de Rabi Samuel, que a razão para a omissão pode ser encontrada no fato de que o trabalho iniciado no segundo dia não foi terminado antes de o seguinte (o terceiro) dia, daí encontramos a expressão "que era bom "duas vezes no mesmo dia.
Três foram acusados: Adão, Eva e a Serpente, mas quatro foram condenados, viz. , a terra, assim como os três. A terra recebeu sua sentença como elemento a partir do qual o homem rebelde e decaído foi formado.
As águas dos diferentes mares são aparentemente o mesmo, mas o sabor diferente do peixe vindo de diferentes mares parece contradizer isso.
Deus fez uma condição com a Natureza na criação, que o mar deve dividir a deixar os israelitas passar por ele no Êxodo, e que a Natureza deve alterar seu curso quando a emergência deve surgir.
Quando o ferro foi encontrado as árvores começaram a tremer, mas o ferro tranquilizou-os: "Que nenhum punho feito de você entrar em qualquer coisa feita de mim, e eu serei impotente para feri-lo. "
A seguir, são presentes de Deus, ou brindes, para o mundo: a Torá (Êxodo xxxi 18.), Luz (Gen. i 17.), Rain (Lv xxvi 4.), Paz (Lv xxvi 6.) , Salvação (Sl xviii. 36), Mercy (Sl IVC. 46). Algumas adicionar também o conhecimento de navegação.
Quando a criação, mas tudo foi terminado, o mundo com toda a sua grandeza e esplendor se destacaram em sua gloriosa beleza. Havia apenas uma coisa querendo consumar o trabalho maravilhoso chamado à existência pela mera "haja", e que era uma criatura com o pensamento e compreensão capaz de contemplar, refletir, e maravilhe-se nesta obra grandiosa de Deus, que agora sab em seu trono divino cercado por legiões de anjos e serafins cantando hinos antes dele.
Então Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança, e que haja uma criatura não apenas o produto da terra, mas também dotado celestes, elementos espirituais, que irá conceder-lhe o intelecto, razão e entendimento." Verdade, então, apareceu, caindo diante do trono de Deus, e com toda a humildade, exclamou: ". Deign, ó Deus, a abster-se de pôr em ser uma criatura que está envolvido com o vício de mentir, que vai pisar verdade debaixo de seus pés" Paz veio para apoiar esta petição. "Por isso, ó Senhor, esta criatura aparecer na Terra, uma criatura tão cheia de lutas e contendas, para perturbar a paz e harmonia da tua criação Ele vai levar a chama da discussão e má-vontade em sua trilha;? Ele vai trazer sobre a guerra e destruição em sua ânsia de ganho e de conquista. "
Enquanto eles estavam implorando contra a criação do homem, não foi ouvido, decorrente de outra parte dos céus, a voz suave da Caridade: ". Soberano do universo" a voz, exclamou, em toda a suavidade sua ", vouchsafe tu para criar um ser em tua semelhança, pois será uma criatura nobre que se esforça para imitar atributos teus por suas ações. vejo homem agora em Espírito, que estar com o sopro de Deus em narinas, procurando realizar sua grande missão, para fazer seu trabalho nobre. Vejo-o agora em espírito, abordando o humilde paz cabana, buscar aqueles que estão angustiados e miseráveis ​​para confortá-los, secar as lágrimas dos aflitos e desesperados, levantando-se os que estão abatidos em espírito, atingindo sua mão para ajudar aqueles que estão precisando de ajuda, falando ao coração da viúva, e dando abrigo para os órfãos. Uma criatura não pode deixar de ser uma glória para o seu Criador "O Criador aprovado das alegações da Caridade, chamado homem a ser, e Verdade elenco para a terra a florescer lá;. Como diz o salmista (Sl lxxxv 12. ): "A verdade brotará da terra, ea justiça olhará desde os céus para habitar com o homem", e ele Verdade digna, fazendo seu selo próprio.
O sol sozinho, sem a lua seria suficiente para todos os efeitos dele, mas se ele estivesse sozinho os povos primitivos poderia ter tido alguma desculpa plausível para adorá-lo. Então a lua foi adicionado, e há menos razão para endeusa-lo.
A progênie do homem é contado a partir de seu pai e não da família de sua mãe.
"Façamos o homem". Deus pode ser dito para tratar do espiritual e os elementos materiais assim: "Até agora todos os seres têm sido de somente a matéria, agora eu vou criar um ser que é composta por matéria e espírito."
"Em nosso formulário, conforme a nossa semelhança." "Até agora só havia uma tal criatura, eu tenho agora acrescentado a ele um outro que lhe foi tirado Eles devem ambos estar na nossa forma e semelhança;. Haverá nenhum homem sem uma mulher e nenhuma mulher sem um homem, e não homem e mulher juntos sem Deus ". Assim, nas palavras AIS H VASHH ("homem e mulher") existe a palavra IH (Deus).
Se eles são eu, o indigno da AISH palavra e o H de VASHH é tirado, e, assim, IH, Deus, sai e não são deixadas as palavras como H VAS H = "fogo e fogo."
Adão foi criado com dois corpos, um dos quais foi cortado longe dele e formou Eva.
Se o homem tivesse sido criado a partir de elementos espirituais só não poderia haver morte para ele, no caso de sua queda. Se, por outro lado, ele havia sido criado fora de questão só, não poderia haver um futuro feliz para ele. Por isso, ele foi formado a partir de matéria e espírito. Se ele vive o terreno, ou seja , a vida animal apenas, ele morre como toda a matéria, se ele vive uma vida espiritual que ele obtém a felicidade espiritual futuro.
Michael e Gabriel atuou como "melhores homens" nas núpcias de Adão e Eva. Deus se juntou a eles no casamento, e pronunciou a bênção do casamento-em-los.
Rabino Meier escreveu um livro para seu próprio uso, à margem da qual ele escreveu, em conexão com as palavras: "E Deus viu que isso era bom." "Isto significa a morte, que é a passagem da vida transitória para a vida eterna."
Deus conhece nossos pensamentos antes que eles são formados.
Há um limite para tudo, exceto para a grandeza e profundidade da Torá.

Depois de destruir Jerusalém e do templo, saqueando todos os seus objetos de valor e fazendo o que ele gostava muito, Tito tornou-se intoxicado com o seu sucesso e se entregava a blasfêmia bruta. "É tudo muito bem", disse ele, "para o Deus dos judeus para conquistar reis do deserto, mas eu o ataquei em seu palácio muito e prevaleceu contra ele." Quando ele estava em sua viagem de volta a Roma, com o espólio roubado do templo, uma grande tempestade se levantou no mar e ameaçou-o com o naufrágio. Ele mais uma vez recorreu a blasfêmia: "O Deus dos judeus", disse ele, "parece ter o domínio sobre as águas, a geração de Noé, ele destruída pela água, o faraó e os egípcios que se afogou nas águas, e sobre mim ele não tinha poder até que eu dei a ele a chance de usar os elementos sobre os quais ele possui este poder sutil. " De repente, um conjunto de tranqüilidade em, o mar ficou bastante liso, e Tito prosseguiu em sua viagem sem impedimentos. Chegou em Roma, com os vasos de ouro do templo, ele recebeu uma grande recepção, e um grande número de homens ilustres foi ao seu encontro.
Depois de descansar de sua fadiga, ele apareceu novamente diante de um conjunto distinto, e foi oferecido vinho, mas enquanto ele estava participando de um micróbio que, tão pequeno que era imperceptível, encontrou seu caminho para o copo, e logo começou a causar-lhe dor intensa na cabeça. No decorrer de um curto período de tempo o inseto cresceu, e com ela cresceu a dor de cabeça de Tito, até que foi decidido recorrer a uma operação, para abrir seu crânio, em ordem - como os romanos, disse - para ver o que o Deus dos judeus empregado como punição por Tito. Um insecto do tamanho de um pombo e do peso de cerca de £ 2 foi encontrado no cérebro de Titus. Rabi Eleazar, filho do rabino José, que estava então em Roma, viu com seus próprios olhos o inseto quando retirado do crânio de Tito.

Mesmo moscas, parasitas e micróbios têm o seu propósito de cumprir, e não há nada supérfluo na criação.
O Sambation rio lança pedras todos os dias da semana, mas desiste de fazê-lo no sábado - na verdade, na sexta-feira após o meio-dia, quando se torna bastante calmo, como uma prova do dia, que é realmente o sábado.
Rabino Judah Hannasi convidou seu amigo Antonino para jantar com ele no dia de sábado, quando todos os mantimentos foram servidos frios. Depois de um tempo o rabino voltou a ter o prazer da companhia de seu amigo no jantar em um dia da semana, quando a comida quente foi servido. Antonino, no entanto, expressou sua preferência pela comida que ele tinha gostado na mesa de seu amigo no sábado, porém, foi frio. "Ah", disse o sábio, "há algo faltando a-dia que não podemos obter." "Mas", respondeu Antonino, "certamente meus meios pode adquirir alguma coisa?" "Não", respondeu o rabino, "o meio não pode adquirir o sábado, que é o sábado que dá o sabor à comida."
O misericordioso Criador não esqueceu o cabra selvagem ou o coelho, mas desde que para eles um refúgio e um abrigo de proteção. Segue-se que ele criou tudo o que é necessário para o homem.
A luz, quando criado, teria permitido que o homem a ver a partir de um canto da terra para o outro, mas os homens maus da geração de Enos, o dilúvio, e da Torre fez com que a luz seja retirado deste mundo, e ele é preservado para o justo em uma esfera superior.
O nariz é a característica mais importante em face do homem, tanto que não há identificação jurídica do homem, na lei judaica, sem a identificação do nariz.
Todos os rios correm para o mar eo mar não é completa, porque as águas do mar se encontram novamente absorvida, e isso faz com que a névoa que se eleva da terra. Quando as nuvens têm absorvido a neblina, a umidade torna-se condensado, e perde a sua substância salgada antes de entrar de novo na terra em forma de chuva.
A palavra hebraica para "formação" é, em conexão com a formação do homem, soletrado, excepcionalmente, com dois "Ys", que não é a sua grafia correta. Isso é para ser tomado como um indício de que o homem foi formado a partir de dois elementos - espírito e matéria. Isso também se manifesta na vida do homem. Sua parte material tem necessidade da matéria para sustentá-lo, e das outras leis da natureza, ele cresce, floresce, decai e morre. Mas, por outro lado, ele se assemelha a seres espirituais por andar ereto, pelo seu poder de expressão e de pensamento, e por ser capaz, em algum grau para ver atrás de si, sem necessidade de virar a cabeça redonda, o que facilidade é dada ao homem sozinho e não para os animais inferiores.
O aparecimento de Adão e Eva, quando apenas formado, foi como o de pessoas de 20 anos de idade.
Rabino José ben Chlafta fez uma visita de condolências a um homem que havia perdido um filho muito amado. Ele encontrou ali um homem de idéias céticas, que, observando o silêncio do rabino, perguntou-lhe se ele não tinha nada a dizer para o enlutado.
"Nós", disse o homem de bem ", acredita em uma reunião novamente daqui por diante." "Será que nosso amigo não pesar bastante", observou o cético ", que você deve adicionar-lhe as necessidades, oferecendo-lhe palavras tolas como conforto? Pode um jarro quebrado ser curado?" , argumentou. "O seu próprio salmista parece não pensar assim quando ele diz (Sl 8 ii.):". Traço Tu-los em pedaços como um vaso de oleiro "" "E ainda", respondeu o rabino, "não é ainda uma embarcação feito pela mão do homem, ou melhor, por sopro, viz. , um vaso feito a partir de vidro, o qual, quando cortado, pode ser feito todo de novo pelo mesmo processo, por sopragem. E se for o caso com qualquer coisa feita pela habilidade humana, devemos duvidar que o Criador Grande soprou nas narinas sua própria respiração? "
O construtor de uma mistura de areia grossa com um fino um na argamassa, pelo qual artifício este último se torna muito forte eo edifício mais substancial. Ao criar o primeiro par, algo deste método foi adotado. Adão foi o forte, Eva e os mais fracos. Esta mistura do fraco com o forte é benéfico para a raça humana.
O homem foi originalmente formado com uma cauda como os animais inferiores, mas isso foi depois tirado fora de consideração por ele.
Deus criou o homem para o trabalho - trabalho para o próprio sustento, e quem não trabalha não come.
Talvez na ordem correta das coisas Abraão deveria ter sido o primeiro homem criado, não Adão. Deus, no entanto, previu a queda do primeiro homem, e se Abraão tinha sido o primeiro homem ea primeira tinha caído, não teria havido ninguém depois dele para restaurar a justiça para o mundo, que, após a queda de Adão veio Abraão, que estabeleceu no conhecimento de mundo de Deus. Como um construtor coloca o mais forte feixe no centro do edifício, de modo a apoiar a estrutura em ambas as extremidades, de forma Abraão era o feixe forte carregando o fardo das gerações que existiam antes dele e que vieram depois dele.
Aqui nesta vida, temos o Espírito, isto é , a alma, soprado em nossas narinas, pelo que vai de nós a morte. No futuro a alma, quando restaurado, será dada a nós, como se diz em Ezequiel. xxxvii. 14: um presente completo para nunca mais ser devolvido.
O rio Eufrates é o chefe e escolhidos de todos os rios.
Os gregos, entre outros insultos que amontoados sobre os judeus, tinha um ditado satírico: "Os judeus devem escrever no chifre de boi" - referindo-se à tomada do bezerro de ouro - que não são a parte do Deus de Israel.
"Por que", perguntou uma senhora do rabino José, "que Deus roubar uma costela de Adão?" "Roubar, você disse?" , respondeu o sábio. "Se fosse para tirar de sua casa uma onça de prata, e dar-lhe em troca um quilo de ouro, que não seria roubar de você. "" Mas ", insistiu o amigo," o que necessidade havia de sigilo? "" Foi certamente melhor ", respondeu José R.", apresentar Eva para Adão quando ela era bastante apresentável, e quando nenhum vestígio de os efeitos da operação eram visíveis. "
Essa mulher exerce mais influência sobre o homem do que ele possui sobre a mulher foi ilustrada por um casal que eram famosos por sua piedade, mas que acabaram por ser divorciado. O homem se casou com uma mulher de hábitos questionáveis, e logo copiado sua conduta e se tornou como sua nova esposa, visível por seus maus atos, ao passo que a mulher divorciada se casou com um pecador notório, e converteu-o em um homem piedoso.
Mulher é formada a partir de osso. Toque em um osso e emite som, voz, portanto, mulher é mais fino que o do homem. Mais uma vez, o homem é formado a partir de terra, que é relativamente macio e derrete quando a água vem sobre ele; enquanto mulher, ser formado a partir de substância rígida, é mais teimoso e inflexível.
O sono é uma parte sexagésimo da morte, um sonho é a mesma proporção de profecia e no sábado da felicidade futura.
Sonhos, algo como profecia, são descendentes de imaginação e comparações que podem formar enquanto acordado.
Sonolência e preguiça em um homem são o início de seu infortúnio.
Homem no celibato é sublime na ignorância do que se entende por "bom", "ajuda", "alegria", "bênção", "paz" e "expiação do pecado". Ele é, de fato, não tem direito ao nome digno do homem.

Rabino José, o Galileu, se casou com sua sobrinha - filha de sua irmã - que provou ser uma mulher extremamente ruim, e tomou um prazer em abusar ele, na presença de seus alunos, que o incentivou a se divorciar dela. Isto ele se recusou a fazer, alegando que ele não estava em posição de fazer provisão para sua manutenção, sem as quais não seria apenas para lançar sua deriva. Um dia ele trouxe para casa com ele Rabi Eleazar ben Azaria, para quem, assim como ao seu marido, ela ofereceu uma carranca como seu cumprimento. Depois de perguntar sobre o que havia repasto para colocar antes de seu convidado, o rabino José recebeu a resposta de que não havia nada, mas lentilhas. Seu sentido do olfato, porém, disse-lhe que havia algo mais saboroso, e, olhando para a panela fervendo no fogão, ele encontrou o seu conteúdo para ser frangos recheados. Depois de um acordo de persuasão a mulher foi persuadido a colocar os pedaços tentadores antes de seu marido e seu convidado, o rabino Eleazar, que, depois de ter ouvido a resposta que deu a primeira mulher de seu marido, que não havia nada melhor do que as lentilhas, expressou sua surpresa que as galinhas foram servidos. De modo a rastrear sua esposa, o rabino José fez a observação de que, talvez, um milagre aconteceu em honra de tão ilustre hóspede. O verdadeiro caráter da mulher, no entanto, chegou aos ouvidos do Rabi Eleazar, e ele também aprendeu que era devido à incapacidade de seu amigo para fornecer para sua manutenção que ele não se divorciou dela. Os meios para fazer provisão para ela foram, então, logo descobriu, e ela foi devidamente divorciado de seu marido.
Rabino José teve a sorte de encontrar uma companheira muito mais desejável em sua segunda esposa, mas não sorte boa seguido sua esposa divorciada. Ela se casou com o vigia da cidade, que, após uma doença prolongada, foi atingido com cegueira total, e ele empregou sua esposa para guiá-lo através das ruas para o fim da mendicância. Quando chegaram na rua em que o rabino José viveu, a mulher refez seus passos, mas o homem, embora cego, conhecia cada rua, devido à sua guarda ter sido da cidade, e exigiu motivo de sua esposa para tão persistentemente evitando um certo rua. Ela teve que divulgar a sua razão, e isso levou a brigas entre o casal, o homem dizendo que sua esposa o privou de uma fonte de renda, evitando a rua onde ele esperava encontrar uma receita decente. As discussões logo culminou em golpes concedidos pelo homem cego sobre sua esposa infeliz. Este escândalo fez uma grande celeuma na pequena cidade, e não escapou aos ouvidos do rabino José, cujo ultraterrestres tinha melhorou bastante, e que, na verdade, era agora um homem de riqueza, possuindo propriedade na pequena cidade. Quando ele tomou conhecimento da triste situação sua ex-mulher estava, ele colocou uma de suas casas à disposição de si mesma e de seu marido, e fez-lhes, além disso, um subsídio monetário que os colocou fora do alcance dos quiser até o último dia de suas vidas.

Mulher atinge critério mais cedo do que o homem.
A mulher não foi formada da cabeça de Adão, para que ela não pode ser arrogante, nem de seu olho, de modo que ela não pode estar muito ansioso para olhar tudo, nem de sua orelha, de modo que ela não pode ouvir muito intensamente e ser um bisbilhoteiro, nem de sua boca, para que ela não pode ser um tagarela, nem do seu coração, para que ela não deve se tornar ciumento, nem ainda que não de sua mão, de modo que ela não pode ser atingida com a cleptomania, nem de seu pé, para que não ela deve ter uma tendência a correr. Ela foi feita da costela de Adão, uma parte, escondido modesto de seu corpo, para que ela, também, pode ser modesto, não gosta de show, mas sim de reclusão. Mas a mulher confunde projeto eo propósito de Deus. Ela é arrogante e caminha com pescoço esticado (Is iii. 16), e os olhos impudentes (Is iii. 6). Ela é dada a interceptação (Gen. xviii. 10). Ela vibra calúnia (Numb. xii. 11), e é de uma disposição ciumento (Gen. xx. 1). Ela sofre de cleptomania (Gn xxxi. 19), e gosta de correr sobre (Gn xxxiv. 1). Além desses vícios mulheres são glutão (Gn iii. 6), preguiçoso (Gen. xviii. 6), e mal-humorado (Gn xvi. 5).
Quando os judeus retornaram da Babilônia, suas esposas se tornou marrom, e quase negro, durante os anos de cativeiro, e um grande número de homens divorciados de suas esposas. As mulheres divorciadas casaram provavelmente os homens negros, o que, de certa forma, conta a existência de preto judeus.
Quanto maior a posição, maior é a queda, e isso se aplica a serpente, que não só era o chefe de todos os animais, mas andava ereto como o homem, e quando ele caiu, afundou-se nas espécies de répteis.
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O prazer da Shechiná vai morar entre os homens. Queda de Adão causou a se aposentar da terra para o céu primeiro. Cain dirigi-lo, pelos seus malefícios, mais para dentro da segunda geração de Enos ainda mais, e a geração do dilúvio novamente para a quarta. A geração da Torre, os sodomitas, e os egípcios do tempo de Abraão, finalmente levou a Shechiná no sétimo céu.
E levantou-se Abraão, que induziu a Glória Divina a descer um grau mais próximo. Assim também fez Isaque, Jacó, Levi, Kehos, Amram, e Moisés, de modo que a Shechiná foi mais uma vez trazida para habitar com o homem.

Como o desejo de uma mulher por seu marido é o desejo de Satanás para os homens de Caim selo.
"És pó e ao pó hás de voltar". O túmulo é a única coisa que todo homem honestamente adquirida e pode honestamente afirmar.
Para proteger Caim de ser morto, um cão foi dado a ele, que o acompanhou e protegeu-o contra todos os cantos.
Quando Caim foi para o exterior, depois de matar Abel, ele conheceu seu pai Adão, que expressou sua surpresa com Caim vida sendo poupado. O filho explicou que ele devia sua vida ao ato de arrependimento, e para a sua peça que o seu pecado era maior do que ele podia suportar. Adão recebeu, assim, uma dica de seu erro em não ter caído para trás, para o arrependimento, em vez de colocar a culpa na véspera. Ele existe e, em seguida, um composto hino, agora conhecido como o Salmo Noventa e em segundo lugar, que, no decorrer do tempo, tornou-se perdido ou esquecido. Moisés, no entanto, encontrou-o e usou, e tornou-se conhecida como a oração de Moisés, o homem de Deus.
Não fazer amizade com um homem mau, e nenhum mal vai ultrapassá-lo.
A inclinação para o mal no primeiro se comporta como um convidado, mas eventualmente se torna mestre. Ele faz não só as ruas abertas, mas o palácio também, o centro de seu tráfego, onde quer que ele observa uma pessoa vaidosa ou orgulhoso, ou quaisquer vestígios de vice em um homem, ele diz: "Ele é meu."
O aliciador mal é tão esperto como os cães famosos de Roma, que finge dormir quando vê o padeiro com o cesto de pão aproximando do palácio, e são, portanto, capaz de arrebatar os pães da transportadora incautos. Ele finge a primeira grande suavidade, a delicadeza de uma mulher, mas logo mostra a ousadia de um homem forte, ele pede admissão como um pária, mas eventualmente torna-se senhor da situação.
"O pecado jaz à porta" (Gn iv. 7). Feliz é o homem que pode subir acima do pecado que repousa no esperando por ele.
Caim tinha um irmão gêmeo, para com ele nasceu uma menina, e Abel foi um dos três, para com ele vieram duas meninas.
Três homens ansiava por coisas da terra, e nenhum deles fez um sucesso da sua profissão. Caim foi lavrador da terra, sabemos sua história triste. Noé tentou tornar-se um lavrador, e ele se tornou um bêbado. Uzias tornou-se um leproso (2 Cr. Xxvi. 10-20).
No momento inicial da criação, no tempo de Lameque, um medicamento era conhecido, a tomada das quais impediu a concepção de uma mulher.
O dilúvio na época de Noé foi não significa apenas o dilúvio com que esta terra foi visitada. A primeira enchente fez o seu trabalho de destruição, tanto quanto Jaffé, e um dos dias de Noé estendido para Barbary.
Naamah, filha de Lameque e irmã de Tubalcaim, era esposa de Noé.
É um erro pensar que Caim era mais forte do que Abel, pois o contrário foi o caso, e na discussão que surgiu Caim teria se saído pior se não tivesse apelado a Abel para a compaixão e depois atacou-o e matou-o de surpresa ..
Alan deve olhar para o nascimento de uma filha como uma bênção do Senhor.
Por sete dias, o Senhor chorou (ou deplorada) a necessidade de destruir suas criaturas pelo dilúvio.
Deus enxugará as lágrimas de todas as faces (Is xxv. 8). Isso significa que dos rostos dos não-judeus, assim como os judeus.
Rabino Judah Hannasi era um homem extremamente humilde, que sempre tentou colocar as virtudes dos outros acima da sua própria. Ele costumava dizer: Eu estou preparado para fazer qualquer coisa razoável que qualquer homem pode me pedir para fazer. Embora o chefe dos rabinos de seu tempo, ele se levantou quando viu Rav Hunna - muito inferior a ele na aprendizagem, piedade e posição - explicando que ele - Rav Hunna - era um descendente da tribo de Judá, em seu lado do pai, enquanto ele mesmo era apenas do de Benjamin, e que só no lado de sua mãe.

Misericórdia e compaixão são as grandes virtudes que trazem consigo suas próprias recompensas, pois eles são recompensados ​​com a misericórdia e bondade do propiciatório de Deus. Era uma vez uma grande seca na Palestina, que afligiu seus habitantes longa e severamente. Rabino Tanchuma proclamou um fast-dia, uma vez, duas vezes, e três vezes sem propiciando os céus para enviar a chuva muito procurado. Ele, então, reuniu o povo para a oração.
Antes da congregação em oração o homem bom destina a abordar o seu rebanho, mas um relatório foi trazido para ele que um homem tinha sido visto dar a uma mulher um pouco de dinheiro no recinto da Casa da Assembléia, um ato que, sob todos os circunstâncias, não podia deixar de suspeita excitar. O rabino tinha levado o homem diante dele e lhe perguntou em que tipo de relacionamento ele ficou com a pessoa a quem ele foi visto ter dado dinheiro fora.
"Ela é minha esposa divorciada", respondeu o homem simplesmente. "E como é que é, insistiu o rabino," que você está em termos cordiais com ela e continuar a dar-lhe dinheiro "" Eu estou em nenhum pé amigável com ela;? Como para dar-lhe o dinheiro, ela está em quer, e que é uma razão suficiente para o meu alívio sua angústia ", respondeu o homem." Sua quer obscurecido todas as outras considerações ea peculiaridade da nossa relação. "O rabino foi muito afetado pela natureza generosa do homem e bondade, e pregou seu sermão sobre a caridade e amor fraternal, um sermão digno do sábio distinto, mostrando que essas virtudes estão em um nível mais alto e eminentemente são mais eficazes que o jejum e castigando do corpo, e pedindo a sua audiência a imitar "o homem da rua", que defini-los como um bom exemplo. O homem bom, então levantou seu coração em oração, em que a congregação se juntou, e invocou o trono da misericórdia, em nome de um povo imbuídos de misericórdia e compaixão. O serviço foi mal trouxe ao fim quando chuvas copiosas veio para refrescar a terra seca e reabastecer os tanques de água vazias, e as pessoas estavam mais uma vez feliz.

As punições com as quais Deus visita os seus filhos que erram são muitas vezes transformadas em bênçãos. Quando o dilúvio foi enviado em um mundo pecando todas as fontes do grande abismo se abriram (Gn vii. 11), mas, quando o dilúvio não cessou todas as fontes foram parados (Gn viii. 2). Aqueles que contém as águas minerais, com suas propriedades curativas foram deixadas em aberto para o grande benefício do homem.
A diferença entre a energia solar e no ano lunar é que o primeiro é mais do que 11 dias a esta última.
O período que abrange o segundo semestre de Tishri , toda a Cheshvon , e no primeiro semestre de Kislev é a época de semeadura. O segundo semestre de Kislev , toda a tebete , e primeiro semestre deShevat é inverno. O segundo semestre de Shevat , toda a Adar , e primeiro semestre de Nisson é primavera. A segunda metade do Nisson , o conjunto de Iyar , e primeira metade Sivon é o tempo de colheita, de acordo com o clima. A segunda metade do Sivon , toda a Tamuz , e primeiro semestre de Ab é verão, e no segundo semestre de Ab , toda a Ellul , e primeiro semestre de Tishri é o outono.
Os ímpios fazer nenhuma resistência, mas se abandona a sua inclinação para o mal.
Noé começou por ser justo em sua geração, mas caiu para trás e tornou-se um homem da terra (Gn ix. 20). Moisés, por outro lado, começou sua carreira como um egípcio (Êx ii. 19), mas desenvolveu-se um homem de Deus.
Por Japhet, Gomer e Magogue África se entende, e por Tiros Pérsia.
Os sexos, tanto homem e os animais inferiores foram feitos ser separados na arca durante o dilúvio. Isso fica claro a partir da maneira em que eles entraram na arca: primeiro Noé e seus três filhos foram, e então suas esposas separadamente (Gn vii 7.). Mas, quando eles saíram da arca após o dilúvio, Deus ordenou a Noé: "Sai da arca, tu e tua mulher, teus filhos e suas esposas" (Gn viii. 16), colocando assim os sexos juntos novamente. Ham entre os seres humanos, e que o cão entre os animais inferiores, ignorou essa liminar e não separado do sexo oposto na arca. O cão recebeu um castigo, e Ham se tornou um homem negro, assim como quando um homem tem a audácia de moeda moeda do rei no próprio palácio do rei seu rosto enegrecido é como um castigo e sua questão é declarada falsa.
Artaban enviou Rabbi Judah Hannasi como uma pérola um presente de grande valor, e quando ele perguntou o rabino um presente de igual valor em troca, o sábio lhe enviou um pergaminho (cartas de Éfeso). Artaban achou que indigno, pois o seu próprio dom era de valor inestimável tal. Rabino Judá respondeu que não só era o seu precioso presente acima de todos os bens de ambos, mas tinha vantagem incomensurável sobre a pérola de grande valor, como cuidados devem ser tomados da pérola, enquanto seu amuleto iria cuidar de seu possuidor.
Não temos permissão para dizer qualquer parte da Sagrada Escritura de cor, mas sempre deve lê-lo a partir do deslocamento. Assim, quando o rabino Meier era uma vez na Ásia em Purim, e foi incapaz de encontrar uma cópia do livro de Ester, ele escreveu o livro de memória (como ele sabia de cor), e depois fez outra cópia da qual ele leu para a congregação.
Se um homem tem entretido só com lentilhas, você entretê-lo com carne. Se uma mostra pequenos favores, conceder-lhe os grandes quando uma oportunidade ocorre.
Não há um mal que não traga benefício para alguém.

Terá, pai de Abraão e Harã, era um negociante de imagens, bem como um adorador deles. Uma vez, quando ele estava fora, ele deu a Abraão seu estoque de imagens de escultura para vender na sua ausência. No decorrer do dia, um homem idoso veio para fazer uma compra. Abraão lhe perguntou sua idade, eo homem deu-o como entre 50 e 60 anos. Abraão zombavam dele com falta de bom senso em chamar a obra de mão de outro homem, produziu talvez em poucas horas, seu deus, o homem colocou as palavras de Abraão para o coração e deu-se a idolatria. Mais uma vez, uma mulher chegou com um punhado de farinha para oferecer aos ídolos Tera, que agora estavam a cargo de Abraão. Ele pegou um pedaço de pau e quebrou todas as imagens, exceto a maior delas, na mão do que ele colocou a vara que tinha trabalhado esta destruição por atacado. Quando seu pai retornou e viu o estrago cometido em seus "deuses" e de propriedade que ele exigiu uma explicação de seu filho, a quem ele havia deixado no comando. Abraão zombeteiramente explicou que quando uma oferta de farinha foi trazido para essas divindades que eles brigaram um com o outro a respeito de quem deve ser o destinatário, quando, finalmente, o maior deles, estar zangado com a briga, pegou uma vara para castigar os criminosos , e assim quebrou todos eles. Terá, tão longe de estar satisfeito com esta explicação, entendida como um pedaço de zombaria, e quando soube também dos clientes que Abraão tinha perdido ele durante sua gestão, ele ficou muito irritado, e dirigiu Abraão para fora de sua casa e entregou-lhe sobre a Nimrod. Nimrod sugeriu a Abraão que, já que ele havia se recusado a adorar os ídolos de seu pai por causa de sua falta de poder, ele deve adorar o fogo, que é muito poderoso. Abraão apontou que a água tem poder sobre o fogo. "Bem", disse Nimrod ", vamos declarar deus da água." "Mas", respondeu Abraão, "as nuvens absorver a água;. E até mesmo eles estão dispersos pelo vento" "Então vamos declarar o vento nosso deus." "Tenha em mente", continuou Abraão ", que o homem é mais forte que o vento, e pode resistir a ela e ficar contra ela."
Nimrod, tornando-se cansado de discutir com Abraão, decidiu lançá-lo antes de seu deus - o fogo - e desafiou a libertação de Abraão pelo Deus de Abraão, mas Deus o salvou da fornalha ardente. Haran, também, foi desafiado a declarar seu deus, mas parou entre duas opiniões, e atrasou sua resposta até que viu o resultado do destino de Abraão. Quando ele viu o último salvo, ele declarou-se do lado de Deus de Abraão, pensando que ele também, depois de ter se tornado um adepto de que Deus, seria salva por um milagre mesmo. Mas desde que a sua fé não era real, mas dependia de um milagre, pereceu no incêndio, em que, como Abraão, ele foi lançado por Nimrod. Isto é sugerido nas palavras (Gn xi 28.): "E Harã morreu antes de seu pai Tera, na terra do seu nascimento, em Ur dos Caldeus."

Abraão, Josué, Davi e Mordecai emitiu sua própria cunhagem. As moedas de Abraão tinha a figura de um homem velho e uma velha na face da moeda, e as de um jovem e uma jovem no anverso, o que significa que depois de Abraão e Sara tinha envelhecido sua juventude foi renovado e que gerou um filho.
Aqueles que Josué emitido suportou a figura de um boi, e no anverso o de um unicórnio, aludindo às palavras (Deut. xxxiii. 17), "Sua glória é como o primogênito do seu touro, e os seus chifres são como os chifres dos unicórnios ", pois, Josué, descendentes de José, a respeito de quem essas palavras foram proferidas. As moedas que David emitidos tinha um cajado de pastor e mochila na cara, e uma torre no anverso, em alusão ao fato de ter sido elevado ao trono da sheepcote. Moedas Mardoqueu deu o cilício ea cinza no rosto, e uma coroa de ouro no anverso, esses símbolos sendo um Multum em parvo de sua carreira.

O que agora se tornou uma expressão popular, viz. , "O homem da rua", é uma frase usada no Midrash.
Os puros de coração são amigos de Deus.
Muito se quatro grandes benefícios em acompanha Abraão. Ele tornou-se rico, tornou-se o dono da propriedade, foi resgatado de 36 reis que o perseguiam, e foi salvo com sua família da destruição de Sodoma e Gomorra. No entanto, Amom e de Moabe (descendentes de Ló) infligiu quatro grandes tristezas sobre os descendentes de Abraão, a quem deviam a sua existência. Eles contrataram Balaão para amaldiçoar. Eglom, rei de Moab, que reuniu os filhos de Amom e submetidas os israelitas a seu jugo de 18 anos. A guerra que Amom e de Moabe travada contra Israel, como registrado em 2 Crônicas, e da destruição de Jerusalém e do templo, e todos os seus sofrimentos presentes, são lamentou por Jeremias no Livro de Lamentações. Portanto, veio quatro profetas para profetizar a queda dessas duas nações ingratos, viz. , Isaías (veja o capítulo 15 de seu livro), Jeremias (em seu capítulo 49), Ezequiel, que profetiza contra Amom no capítulo 25 de seu livro , e Sofonias, que profetiza que o destino de Amon e Moabe será como a de Sodoma e Gomorra.
Uma vez um homem, duas vezes uma criança.
Nações em tempo de Abraão desejado para proclamá-lo seu príncipe, seu rei, e até mesmo o seu deus, mas ele se recusou, indignada, e aproveitou a oportunidade para apontar muito para eles, mas que existe um grande rei, um Grande Deus.
Ciente de que o vinho traz desgraça na sua trilha, como encontramos, por exemplo, no caso de Noé e os filhos de Arão, pode-se entrar na esperança de encontrar uma agradável exceção no vinho que Melquisedeque trouxe a Abraão. Mas não é assim, pois logo após este ato de mera cortesia Abraão teve de enfrentar notícias desagradáveis ​​quando lhe foi dito que sua descendência seria escravos e afligidos por 400 anos, em uma terra que não é deles.
Hagar era a filha do Faraó, que capturou Sarah, e em restaurar-lhe Abraão apresentou Sarah com Hagar como sua empregada.
Se um homem te chama de burro, o melhor caminho é não tomar conhecimento dele, mas se você é chamado assim por duas ou mais pessoas, tomar a pouco em sua própria boca.
Não se afastam, se de um grande ou um indivíduo insignificante, sem despedida e despedida saudações.
Se você estiver em Roma, faça como os romanos. Moisés, quando ele passou quarenta dias e quarenta noites no céu, onde não há nem comer nem beber, não comeu nem bebeu. Por outro lado, quando os anjos visitaram Abraão, eles participavam - ou fingiu participar - da carne e bebida, que foram preparados para eles.
Os nomes dos meses hebraicos, como atualmente utilizados, e os nomes dos anjos, foram levados, com eles, os judeus em seu retorno da Babilônia cativeiro.
Anjos não têm de volta a seus pescoços, e não pode virar as contas redondas.
Um anjo não pode executar duas tarefas ao mesmo tempo, nem são dois anjos enviados para executar um eo mesmo dever.
A oração fraca que uma pessoa doente pode oferecer-se é infinitamente melhor do que todas as orações oferecidas por ele por outros.
Cada um é moralmente cega até que seus olhos estão abertos para ele de cima.
Paternal compaixão do homem não se estende além de seus netos.
Não têm escrúpulos de admoestar onde admoestação é chamado para, que irá produzir não animosidade, mas, eventualmente, amor e paz.
Trabalho nasceu quando os judeus desceram para o Egito, ele se casou com Diná, filha de Jacó, e ele morreu quando os israelitas deixaram o Egito.
Job provavelmente nunca existiu, e se ele existisse, os eventos registrados a respeito dele nunca aconteceu. Toda a narrativa é concebida como uma lição de moral.
Rabino Meier chegou a um lugar onde ele encontrou uma família (um povo) notável para morrer jovem. Pediram-lhe para orar por eles, mas aconselhou-os a ter uma disposição de caridade, a fim de prolongar a vida.
Abraão era o bendito do Eterno, e ele foi a bênção da humanidade (Gn xii. 3). Moisés foi o milagre e milagreiro dos israelitas, e Deus era o seu próprio milagre (Êx xiii.-xv.). "E Moisés edificou um altar e chamou o nome dele," O Senhor meu milagre '"(também" o Senhor meu estandarte "). Davi era pastor de Israel (1 Cr. Xi.), E Deus era pastor Davi (Salmo XXIII.). Jerusalém era a luz do mundo (Is lx.), E Deus é a sua luz (Is Ix.).
Quando Rebeca deixou a casa de seus pais que abençoou, e rezou para que ela possa ser a mãe de milhões de pessoas (Gn xxiv. 60). No entanto, ela era estéril até ela mesma e Isaac suplicou ao Senhor. Daí, vemos que ele faz a diferença, que oferece orações.
Todos os numerosos discípulos de Rabi Akiba apressou sua própria morte por seus vícios da inveja e falta de caridade, mas seus últimos sete alunos levou advertência do destino de seus antecessores, e eles prosperaram. Estes são os sete alunos: Rabino Meier, R. José, R. Simeão, R. Eleazar ben Chanania, R. Jochanan a fabricante de sandálias, e R. Eleazar ben Jacob.
O homem é o dever de olhar para a educação religiosa de seu filho até que ele atinja a idade de 13, e depois de agradecer a Deus por ter aliviado-lo de sua responsabilidade.
Ao pronunciar sua bênção sobre Jacó, Isaac disse: "A voz é a voz de Jacó, porém as mãos são as mãos de Esaú". Assim bênçãos de Isaque fixos em cada um de seus filhos o que deve ser o seu poder.Poder de Jacó e de função deve ser a sua voz, ou seja , a oração eo poder de Esaú era para estar em suas mãos. Assim por muito tempo, então, como Jacob exerce seu poder ou função, a de oração, ele não precisa ter medo das mãos de Esaú, das perseguições daqueles entre os quais a sua sorte pode ser lançada.
As roupas que Esaú vestido quando foi caçar eram originalmente de Adão, eles tinham sobre eles figuras de vários animais, e bunting foi assim facilitada, pois os animais ao ver as roupas veio correndo para o utente. Nimrod cobiçado estas peças de vestuário, e resolveu matar Esaú a fim de possuir-se deles. Esaú, estar consciente do perigo constante, diz, ao vender seu direito de primogenitura a Jacó: "Eis que estou a ponto de morrer."
Quando o porco faz uma pausa de sua gula e se deita para descansar, ele estica o pé para mostrar o seu casco fendido, e finge que ele pertence ao tipo limpa de animais.
Uma pessoa aflitos com cegueira total come mais do que um abençoado com o sentido da visão: a visão de ter mais do que o efeito de saciar apetitoso.
Todos os membros do corpo do homem foi dado a ele para uso, ainda mais de alguns, ele não tem poder de contenção. Seus olhos, por vezes, ver o que ele prefere não ver, os ouvidos ouvir muitas vezes contra


A MESQUITA DE ABRAÃO

sua vontade, e seu nariz cheira ocasionalmente o que ele prefere dispensar.
A Itália é uma terra fértil, ou seja , um país fértil.
Sonhos não ferir nem beneficiar: são vãs.
Jogos são feitos no céu.
Em três lugares diferentes das Sagradas Escrituras que nos dizem que o céu nomeia a esposa de um homem: em Gn xxiv. 50, juízes xiv. 4, e em Prov. xix. 14.
Assim como duas facas são tanto aguçado por ser friccionado um contra o outro, estudiosos assim melhorar e aumentar o conhecimento, quando em contato com o outro.
A parte do templo chamado de Desenho tribunal foi chamado assim porque o povo chamou lá do Espírito Santo.
Rabino Meier foi perguntado por um cético como ele poderia justificar o comportamento de Jacó, que, depois de ter prometido (Gn xxviii. 22) para dar a Deus o dízimo de tudo o que ele pode conceder-lhe, ainda, das doze tribos com as quais ele foi abençoado, consagrou uma tribo só para o serviço de Deus, o que representou apenas o dízimo de 10. O rabino respondeu: "Fora das doze tribos havia a deduzir o primeiro-nascido, que também eram consagrados a Deus, e não o dízimo tinha de ser dada fora deles."
Se não fosse pela paciência e resistência que o rabino Joshua manifestou para Onkeles, ele teria escorregado para trás em seu paganismo antigo.
Com o nascimento de uma criança escapa mulher culpa por acidentes domésticos que seriam cobradas para ela. Se nada é desperdiçado ou quebrado, não há mais qualquer dúvida a respeito de quem fez isso, mas é um dado adquirido que a criança fez.
As dez tribos estão no outro lado do rio Sambation, e os judeus atualmente espalhados sobre a terra são os de Judá e Benjamin.
As bênçãos que concedeu a Isaac Jacob foram indorsed do céu (Gn xxvii 28, 29.): "Deus te dê do orvalho do céu, e das gorduras da terra, e abundância de trigo e de vinho Deixe as pessoas te servir. e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e que a tua mãe filhos encurvem a ti. "Micah (v. 6), diz," o resto de Jacó será como o orvalho do Senhor. "(Isaías xxx. 23.)" Então vos semear a terra, e ela deve ser gorda e abundante "O mesmo profeta (xlix. 23):"... Reis serão os teus aios e suas rainhas as tuas enfermagem ".. xxvi E em Dt 19," E fazer-te acima de todas as nações "
Frequentemente que Davi, em suas orações, use a frase: "Levanta-te, ó Deus" (em Salmos III, VII, IX, X, xvii.....). Nós não encontrar uma resposta directa a esta oração, mas quando ele usa esta oração em conexão com a opressão dos pobres, a resposta que ele recebe é: "Agora me levantarei, diz o Senhor" (Sl xii 5.).
O fato de termos acordado de um sono algumas evidências para a ressurreição.
Homem em perigo se compromete a fazer boas ações, o homem na prosperidade esquece suas boas resoluções.
Os justos não necessitam de monumentos; suas vidas e seus ensinamentos são os seus monumentos.
Dizem-nos que Abraão tomou sua esposa, Sarah, e as almas que lhe acresceram em Harã, e saíram para a terra de Canaã. Por isso se entende as almas que tinham trazido longe de idolatria e levadas ao conhecimento do Deus vivo.
O homem deve estar em guarda para não cair no amor com a irmã de sua esposa.
Antes do primeiro cativeiro de Israel teve lugar (o cativeiro egípcio) o ancestral de seu Redentor última (Perez) já nasceu.
Os escravos não, como regra, trazem bênçãos sobre a casa de seu mestre, mas mestre casa de José foi abençoado por causa de Joseph. Os escravos não são notáveis ​​por ser escrupuloso, mas José se reuniram na prata no Egito por seu rei. Os escravos não se distinguem por sua castidade e modéstia, mas José não quis ouvir uma sugestão pecaminosa.
Potifar mostrou a sutileza para que os egípcios eram famosos em seu próprio interesse estava em causa. Ele se gabava de seus amigos que, como regra um homem branco tem um etíope, um homem de cor, por seu escravo, enquanto ele, um etíope, conseguiu obter um jovem da raça branca para um escravo. Por isso, tornou-se um ditado no Egito, "Os escravos vendidos ( ou seja , dos ismaelitas que venderam José), o escravo comprado (aludindo a Potifar, servo do Faraó);. eo homem livre tornou-se escravo de ambos "
A matrona certo, discutindo com o rabino Joseph José, afirmou que a versão bíblica do incidente com a mulher de Potifar não é o correto, mas destina-se a tela de José, cujas virtudes são muito exagerados.O rabino respondeu que José Sagrada Escritura não faz acepção de pessoas, e registra a história daqueles de quem se fala exatamente como aconteceu, os vícios, assim como as virtudes. Ele citou Rúben e transgressões de Judá, que são detalhados sem qualquer tentativa de analisá-los.
Era obviamente a vantagem de José que o copeiro-chefe - embora ele não queria beneficiar Joseph - não tinha mencionado o nome de José para o Faraó até que todos os astrólogos não conseguiu interpretar o sonho do faraó, para sua satisfação. Caso contrário, se José tivesse sido chamado antes deles, poderia ter sido pensado que eles eram capazes de interpretar o sonho.
Em sua relação com o mundo, é bom ter em mente que existem milhares de homens cuja característica está mentindo, e ai daqueles que confiam neles.
O pagão está ao seu deus. (Gn xli. 1.) O Deus judaico está ao seu povo. (Gen. xxviii. 13.)
Um sonho para a manhã é susceptível de ser cumprido.
Durante os anos 22 que José foi separado de seus irmãos que nem ele nem havia provado o vinho, daí eles foram um pouco superado por beber vinho no banquete para o qual convidou-os no Egito.
Pela lei de Deus, mesmo um escravo, quando seu mestre bateu para fora seu olho ou dente, teve de ser posto em liberdade por causa da dor que ele havia sofrido. Certamente não pode ser pior com filhos de Deus quando eles passam por dificuldades, tristeza e dificuldade nesta vida, sua dor certamente irá purificá-los da escória da iniqüidade, e eles herdarão futuro.
O homem, quando reprovou com seus crimes, torna-se confuso e envergonhado. Balaão, quando repreendido por mais humilde dos animais e perguntou: "O que eu fiz a ti, que me espancaste estas três vezes? Não sou eu a tua jumenta, em que tu tens andado desde que eu era tua até hoje? Foi o meu costume fazer assim contigo? "Foi obrigado a responder" Não ". José, dizendo a seus irmãos quem ele era, disse," Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. "E seus irmãos, 10 grandes homens, orgulhosos e poderosos, não lhe puderam responder, pois estava confusa em sua presença (Gn xlv. 3). "Como, então, ó homem, que vai ser de mim" (assim se tu perguntar a ti mesmo), " quando eu estiver diante do tribunal de Deus e um registro da minha conduta, durante a minha vida, é colocado diante de mim! "
Rebelar-se contra o rei é a rebelar-se contra o Rei dos Reis.
Com a aproximação da morte de Moisés as duas trombetas de prata que ele tinha feito com o propósito de chamar o povo (Numb. x. 2) foram escondidos, de modo que ninguém deve usá-los.
Um livro de pedigrees foi encontrada em Jerusalém, na qual foi declarado que Hillel era um descendente do rei Davi.
Os efeitos da bênção derramada sobre Judá por seu pai estão a ser visto até mesmo no momento presente. Jacob disse (Gen. XLIX. 8), "Judá, tu és aquele que teus irmãos louvarão." Se um israelita descreve sua raça, ele diz, "Eu sou judeu, ou seja , um Judaite ", ele não descreve a si mesmo como um rubenita ou um Simeonite.
Calúnia é comparada com uma seta, e não para qualquer outro tipo de arma útil, tal como uma espada, etc, porque como uma flecha que mata a distância. Ele pode ser pronunciada em Roma e tem seu efeito pernicioso na Síria.
Entre uma série de grandes homens que todos chegaram a mesma idade são Moisés, Hillel, rabino Johanan ben Zakkai, eo rabino Akiva. Anos de Moisés foram divididos em três partes iguais, viz. , 40 anos no palácio do Faraó, 40 anos em Midiã, e 40 anos como líder dos israelitas no deserto.
Rabino Joanã, também tinha seus quarenta anos de comércio, 40 anos de estudo, e 40 anos de servir o seu povo. Rabino Akiba foi quarenta anos um ignorante, 40 anos, ele deu a si mesmo para estudar, e por quarenta anos serviu sua comunidade.